Submissões
O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Diretrizes para Autores

Foco e escopo

A Tellus é uma publicação do Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas (NEPPI), da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Publica trabalhos sobre povos e populações indígenas e temas relacionados, como fronteiras, território, educação, saúde, relações étnico-raciais, colonização e modernidade. Também acolhe estudos interdisciplinares relacionados à etnologia indígena e textos de autoria indígena.

 

Condições gerais para submissão

O cadastro no sistema da revista e o acesso por login e senha são obrigatórios para submeter trabalhos e acompanhar o processo editorial.

O manuscrito deve ser original e inédito e não pode estar simultaneamente em avaliação por outra revista. Caso exista alguma situação que precise ser esclarecida, ela deve ser informada em “Comentários ao editor”.

Os arquivos devem ser enviados pelo sistema on-line da revista. Não são aceitas submissões por e-mail.

São aceitos apenas arquivos em Microsoft Word (DOC/DOCX).

Todos os textos devem apresentar título em português e inglês.

É necessário que todos os autores façam autenticação ORCID no momento da submissão.

A autoria deve ser preenchida nos metadados do sistema, mas os arquivos destinados à avaliação por pares não devem conter informações que identifiquem os autores.

Os textos devem ser entregues rigorosamente corrigidos e revisados. A revisão textual é de responsabilidade dos autores.

É necessária a presença de pelo menos um autor com titulação de doutor, e os demais podendo ser doutorandos, mestrandos ou graduados. Todos os autores devem estar claramente identificados, incluindo suas afiliações institucionais e contribuições individuais. Os autores devem apresentar uma declaração de autoria, descrevendo as contribuições de cada autor, bem como uma declaração de conflitos de interesse, revelando qualquer relação pessoal, institucional ou financeira que possa influenciar a interpretação ou apresentação dos resultados. É obrigatória a inclusão do código de registro ORCID de todos os autores no momento da submissão. Recomenda-se que pelo menos 70% das referências utilizadas nos manuscritos correspondam a publicações dos últimos cinco anos, a fim de assegurar a atualidade e a relevância científica do trabalho. Todos os artigos publicados receberão um número de DOI (Digital Object Identifier), que assegura sua identificação e persistência no ambiente digital, e terão disponibilizado no site o endereço de e-mail do primeiro autor para fins de contato acadêmico. A partir de quatro autores,  devem ser informadas as funções desempenhadas por cada colaborador, selecionando uma ou mais das seguintes categorias da taxonomia CRediT:

  • Conceituação (Conceptualization) – formulação das ideias, objetivos e hipóteses do estudo.
  • Metodologia (Methodology) – desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas.
  • Software – programação, desenvolvimento de software e implementação de código.
  • Validação (Validation) – verificação da reprodutibilidade e precisão dos resultados.
  • Análise Formal (Formal Analysis) – aplicação de técnicas estatísticas ou matemáticas.
  • Investigação (Investigation) – condução da pesquisa e coleta de dados.
  • Recursos (Resources) – provisão de materiais, equipamentos, apoio técnico ou financiamento.
  • Curadoria de Dados (Data Curation) – gerenciamento e preservação dos dados de pesquisa.
  • Escrita – Rascunho Original (Writing – Original Draft) – preparação e redação inicial do manuscrito.
  • Escrita – Revisão e Edição (Writing – Review & Editing) – revisão crítica e edição do texto.
  • Visualização (Visualization) – preparação de gráficos, diagramas ou outros elementos visuais.
  • Supervisão (Supervision) – orientação acadêmica e supervisão geral do projeto.
  • Administração do Projeto (Project Administration) – gestão e coordenação da pesquisa.
  • Aquisição de Financiamento (Funding Acquisition) – obtenção de recursos financeiros para a pesquisa.

A descrição das contribuições deve constar ao final do manuscrito, antes das referências, sob o título “Contribuição dos Autores”, de forma objetiva e nominal, mencionando cada autor e seu papel.

As contribuições informadas serão publicadas no artigo final, garantindo transparência e reconhecimento adequado a todos os envolvidos no processo de pesquisa.

A página da revista informa que autores que publicarem na Tellus só poderão publicar novamente após o período de um ano.

 

Formatação do manuscrito

Papel A4.

Fonte Times New Roman, tamanho 12.

Espaçamento entre linhas de 1,5.

Margens superior e esquerda de 3 cm; margens inferior e direita de 2 cm.

Citações diretas com mais de quatro linhas devem ser destacadas em parágrafo próprio, com recuo de 4 cm em relação à margem esquerda, fonte menor, sem aspas e com espaçamento simples.

Transcrições de falas devem seguir o mesmo formato das citações diretas longas, independentemente do número de linhas.

Notas explicativas devem ser inseridas no rodapé da página e numeradas em algarismos arábicos.

As citações no texto devem seguir a ABNT NBR 10520:2023, conforme indicado na página da revista. As referências devem ser organizadas em ordem alfabética, conforme as orientações bibliográficas informadas pela revista.

Desabilite macros ativas de gerenciadores de referências (por exemplo, Mendeley e EndNote) e deixe as referências livres para a diagramação.

Requisitos por seção

 

Artigos

A seção recebe artigos inéditos, traduções de artigos e ensaios bibliográficos.

Extensão: de 5.000 a 10.000 palavras, limitadas a 30 páginas, incluindo referências bibliográficas e notas de rodapé.

Idioma indicado na página: português.

Título em português e inglês.

Resumo entre 100 e 250 palavras e abstract em inglês.

Incluir de três a cinco palavras-chave em português e de três a cinco keywords em inglês.

Limite de oito imagens. As imagens devem aparecer no corpo do texto e também ser enviadas separadamente pelo sistema, como documento suplementar, em JPEG, PNG ou TIFF, com resolução de 300 DPI.

 

Documentos

A seção divulga documentos históricos relevantes, antigos ou atuais, infográficos e relatos de eventos científicos ou assembleias relacionados à questão indígena. O envio deve incluir uma apresentação do(s) documento(s), com até 250 palavras. Quando o documento estiver ilegível ou manuscrito, deve ser incluída sua transcrição; se estiver em outro idioma, deve ser apresentada tradução para o português.

 

Escritos Indígenas

A seção acolhe textos produzidos por autores indígenas, em português ou em língua materna acompanhada de tradução para o português. Podem abordar perspectivas sobre questões históricas, saberes, conhecimentos tradicionais, contos e outros temas. Não é obrigatório seguir o mesmo rigor metodológico exigido dos artigos científicos; busca-se valorizar o estilo original de expressão dos autores. Extensão máxima: 10.000 palavras. É permitido propor o título do trabalho na língua materna.

 

Iconografia

A seção apresenta imagens e suas narrativas, contextualizando e interpretando fotografias, desenhos, obras de arte e outros materiais visuais. Deve ser apresentada a referência completa de cada obra, incluindo autor(es), título, local, data e características físicas do objeto, quando aplicável. O texto de apresentação deve ter até 2.000 palavras, em português, incluindo referências e notas de rodapé. Deve conter resumo de 100 a 250 palavras em português e abstract em inglês, além de três a cinco palavras-chave e keywords.

 

Entrevistas

As entrevistas devem abordar pessoas que se dedicam a pensar, produzir conhecimento ou vivenciar questões relacionadas aos povos indígenas. A seção também acolhe pensadores tradicionais que não atuam necessariamente no meio acadêmico. O texto deve ser acompanhado de uma apresentação sobre a pessoa entrevistada.

 

Resenhas

As resenhas devem ter no máximo 3.000 palavras, indicar a referência bibliográfica completa da obra resenhada e tratar de obra relacionada ao foco e ao escopo da revista.

 

Ilustrações e arquivos suplementares

Fotografias, gráficos, mapas, desenhos e demais ilustrações devem ser numerados, titulados e referenciados quando reproduzidos de outra fonte.

As ilustrações devem ser inseridas no manuscrito e também enviadas separadamente pelo sistema, como documentos suplementares.

Formatos indicados: JPG/JPEG, TIF/TIFF, WMF ou EPS, conforme o tipo de material; para artigos, a página também menciona PNG.

Os arquivos de imagem devem ser enviados sem compressão e com resolução mínima de 300 DPI no tamanho final de publicação.

Os autores devem numerar as imagens na sequência em que aparecem no texto e fornecer títulos, legendas e referências necessárias.

 

Avaliação por pares e anonimização

Nas seções submetidas à avaliação por pares, os autores devem seguir as instruções para assegurar a avaliação cega. A identificação dos autores deve ser registrada nos campos de metadados do sistema, e não no arquivo do manuscrito. Antes do envio, verifique também as propriedades do documento e remova informações de autoria que possam revelar a identidade dos responsáveis pelo trabalho.

Artigos

Política padrão de seção

Dossiê: Povos Indígenas, Populações Tradicionais e os Estudos Críticos do Desenv

Prazo de envio de artigos para o dossiê está encerrado.

 

(Temos interesse em textos que investigam o denso e complexo espaço que envolve a reflexão sobre as populações indígenas e outras populações tradicionais quando se confrontam com projetos e planos de desenvolvimento econômico.)

Dossiê: Bartomeu Melià: espanhol de nascimento, paraguaio por opção e guarani

Bartomeu Melià (1932-2019) transformou a escrita e os olhares sobre o mundo Guarani.  Não é exagero afirmar que na atualidade não há como escrever teses, dissertações, artigos e livros sobre Guarani sem referenciar Melià, não apenas porque ele produziu uma extensa bibliografia, mas pela profundidade e radicalidade com que escreveu seus artigos e livros. Em nenhum momento vacilou em apresentar os Guarani como um povo moderno ou, como chegou a dizer, “quase pós-moderno, pela forma como sabem entrar em contrato conosco”.: “No es el Guaraní en la Inovou na criação de uma História Guarani, ao propor novas abordagens historia, ni el Guaraní de la historia, sino la historia del Guaraní, en cuanto que es éste quien sabe sus tiempos y los siente [...]". Como jesuíta não poupou críticas às reduções Guarani do século XVII e XVIII comandadas pelos colegas de ordem, destacando a dramaticidade das mesmas: “uma colônia dentro da colônia”. Desconstruiu o conceito idílico da terra sem mal e demonstrou que para o Guarani o conceito está relacionado às práticas ecológicas. Incorporou elementos contemporâneos à etnologia Guarani como o Teko Porã, o bem viver na dimensão deste povo. A partir de suas ideias, configura-se uma identidade política e histórica Guarani construída por subjetividades corporificadas e racializadas, acorde com perspectivas epistemológicas que se preocupam, cada vez mais, com a descolonização do ser e do saber: “su piel es una escritura de hecho. Y la piel se convierte en mensaje.” 

Bartomeu Melià foi, também, árduo defensor dos Guarani, no que se refere ao seu direito de existir e viver de maneira transfronteiriça. Coordenou os trabalhos de elaboração e publicação do Guarani Retã (2008) e do Mapa Continental Guarani (2016). Foi expulso do Paraguai por Stroessner justamente por defender os povos indígenas que estavam sendo vítimas da ditadura militar. No Brasil foi atacado pelos ruralistas na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e Incra, como mentor da ideia da Nação Guarani.  

Dedicar um número especial da Revista Tellus a Melià é uma justa homenagem, embora aquém da grandeza do pesquisador.  De toda forma, queremos que as futuras gerações conheçam quem foi Bartomeu Melià não apenas pelos seus escritos, mas por pessoas que conviveram com ele, compartilharam reflexões e lutas.  

Convidamos a todos e todas que se sentirem desafiados/as a produzir artigos para compor o presente dossiê, destacando-se o espanhol que havia em Melià; o Guarani que faz casa em Melià; o padre jesuíta que levou Melià a ser cidadão planetário; e o paraguaio em Melià.  

Dossiê: Autonomias indígenas, negras e camponesas

O dossiê reunirá artigos que descrevem e analisam as diversas formas como, América Latina afora, as experiências políticas negras/indígenas/camponesas que vêm sendo conhecidas como “autonomias” estão associadas à emergência de ontologias políticas originais, convertendo-se em práticas e discursos que têm demonstrado potencial de influenciar de forma decisiva o debate público moderno/ocidental. Essa ação renovadora tem particular acento no que tange ao questionamento sobre a forma como a modernidade demarcou polos como natureza e cultura, humano e não humano, razão e crença etc. – aproximando-se da reflexão apropriada na antropologia a respeito das chamadas “cosmopolíticas” – e, por extensão, da discussão proposta pelo campo conhecido como ecologia política. Além disso, trata-se de ambientes associados a históricas reivindicações dos povos indígenas por autodeterminação e, nesse sentido, bastante propícios para o diálogo com o campo dos estudos descoloniais.

Nos mais variados contextos latino-americanos, as autonomias têm estado associadas, por exemplo, à busca por autodeterminação dos povos indígenas, ou ao reconhecimento de soberanias nos territórios, sobre os recursos minerais, hídricos etc. Ao mesmo tempo, mostram-se um ambiente excepcional para o debate sobre as dimensões ontológico-políticas implicadas nas reivindicações dessas populações etnicamente diversas. O presente dossiê propõe-se a apresentar um breve panorama das muitas discussões que vêm emergindo no continente, relacionadas a esses ambientes de construção de autogoverno e autodeterminação que têm se tornado verdadeiros laboratórios de ideias e práticas alternativas.

Dossiê Estudos indígenas, políticas curriculares e políticas linguísticas

Dossiê Estudos indígenas, políticas curriculares e políticas linguísticas: a década das línguas

A Educação Intercultural Bilíngue (EIB) aparece de modo especialmente evidente em políticas públicas para as populações indígenas nas últimas quatro décadas. Esteban Emilio Mosonyi – editor da Declaração de Barbados (janeiro de 1971), foi um dos primeiros pesquisadores a cunhar o termo em 1970. Desde então, políticas públicas e uma multiversidade de planos, currículos, estudos, promovem prioridades sobre a educação indígena e os direitos linguísticos. Em 2019, a Assembleia Geral das Nações Unidas, declara a década internacional das línguas indígenas (2022-2032). Talvez, as mudanças mais importantes nesse período, sejam a substituição dos parâmetros assimilacionistas a modo de odisseias multiculturais baseadas em instrumentos jurídicos e constitucionais ao longo da Américas Latina. Neste propósito, este dossiê busca congregar pesquisas sobre políticas linguísticas e políticas curriculares indígenas debatendo conflitos, polissemias e diferenças.

Prazo para submissão: 10/06/2022

La Educación Intercultural Bilingüe (EIB) ha sido especialmente evidente en las políticas públicas para las poblaciones indígenas en las últimas cuatro décadas. Esteban Emilio Mosonyi – editor de la Declaración de Barbados (enero de 1971), fue uno de los primeros investigadores en acuñar el término en 1970. Desde entonces, las políticas públicas y una multiplicidad de planes, planes de estudios, derechos, han promovido prioridades y convicciones sobre la educación indígena y los derechos lingüísticos. Talvez los cambios más importantes sean la inicial sustitución de parámetros asimilacionistas y homogeneizadores, a modo de odiseas multiculturales sustentadas en instrumentos jurídicos constitucionales en toda América Latina. Así, este dossier busca recopilar investigaciones sobre políticas curriculares y políticas lingüísticas indígenas, debatiendo sus conflictos, polisemias y diferencias.

 

Dossiê: Resistências e estratégias dos povos indígenas contra o racismo e as violências coloniais

O dossiê objetiva apresentar análises interdisciplinares, de autores indígenas e não indígenas, sobre os processos de violências, institucionalizados ou não, que têm promovido cada vez mais exclusões e ataques aos povos indígenas. Consistem, tais processos, numa construção pari passu com a própria formação do País. Visibilizar os processos atuais de violência e racismos contra os povos indígenas se constitui como meio não apenas de denúncia acadêmica sobre tais práticas, mas também de diagnosticar alternativas para ultrapassá-las. Por isso mesmo, o Dossiê se apresenta como resultado de pesquisas, mas, também, como uma agenda aberta de investigação, sempre em andamento e atenta a todas as dimensões e espaços em que se apresentam tais práticas racistas e violentas – associadas às políticas indigenistas ou às reproduções preconceituosas com a qual se erige um olhar colonial sobre os povos indígenas –, bem como às estratégias indígenas de enfrentamento ao racismo e o colonialismo interno.


Organizadores: Antonio Armando Ulian do Lago Albuquerque (Unemat/UFSB) e Spensy Kmitta Pimentel (UFSB)

Submissões: até 30/10/2022.

Dossiê: Campanhas pela Erradicação do Racismo na Educação Superior na América Latina (Cátedra UNESCO-UNTREF): relatos e experiências indígenas e afrodescendentes (Período 2020-2022)

O Dossiê contará com o número máximo de 17 artigos sendo considerados três
critérios para a publicação dos mesmos:
1) As experiencias das equipes de trabalho de distintas Universidades e Instituições
de Educação Superior que apresentaram e desenvolveram suas propostas em
qualquer uma das referidas campanhas realizadas nos anos de 2020, 2021 e 2022
(cada artigo deverá contar com ao menos um autor com título de Doutor/a).
2) Experiencias e/ou narrativas das populações indígenas que participaram
vinculadas às equipes de trabalho das Universidades e/ou Instituições de Educação
Superior que apresentaram e desenvolveram suas propostas em qualquer uma das
referidas campanhas realizadas nos anos de 2020, 2021 e 2022 (somente se
admitirão artigos de autoras/es indígenas). Serão admitidos até cinco publicações.
3) Artigos das/dos integrantes da equipe de trabalho da Cátedra UNESCO Educação
Superior, Povos Indígenas e Afrodescendentes na América Latina/UNTREF que
realizaram o apoio e acompanhamento das ações desenvolvidas pelas distintas
Universidades e/ou Instituições de Educação Superior na América Latina, que
participaram nas campanhas durante o período de 2020 a 2022.
Os artigos submetidos devem ser originais (inéditos) e estarão sujeitos a avaliação
por parte da Revista Tellus. A equipe organizadora do Dossiê sugerirá possíveis
avaliadoras/es.
Os artigos deverão ajustar-se aos formatos e normas estabelecidas pela Revista
Tellus.

Dossiê: Universidades Indígenas no Mundo

Convidamos autores/as que se dedicam ao tema a escrever artigos sobre as Universidades Interculturais Indígenas em sua atuação no mundo, suas redes, resistências e cosmovisões para contribuir com o debate de uma outra universidade possível, o que responderia a um importante momento de reimaginação política.

As políticas desta Seção seguem os mesmos critérios do fluxo contínuo de artigos da Revista Tellus.

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